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Aegyptopithecus

Aegyptopithecus ou pliopithecus é um género de macaco que existiu no Oligoceno, há cerca de 30 milhões de anos. Fósseis da única espécie deste género, o Aegyptopithecus zeuxis, têm sido encontrados no Egipto e permitem considerar este símio o primeiro com características do grupo onde, mais tarde surgiram os hominídeos.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 02/07/2026
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Características físicas

Aegyptopithecus zeuxis tinha uma fórmula dental igual a 2:1:2:3 em ambas as maxilas e dimorfismo sexual nos dentes caninos. As órbitas eram relativamente pequenas, o que sugere que o Aegyptopithecus era uma espécie diurna. A distância interorbital nesta espécie era grande, tal como encontramos atualmente nos Colobinae. Uma crista sagital desenvolvia-se nos indivíduos mais velhos por sobre as arcadas ciliares. O aparelho auditivo era semelhante ao dos platirrinos, sem tubo ósseo e com o tímpano fundido à superfície lateral da bulla. Esta espécie tinha um cérebro relativamente menor que outros haplorrinos, com uma capacidade cranial de aproximadamente 30 cm3, mas mais avançado que o dos estrepsirrinos, possuindo um córtex visual expandido, bulbos olfatórios mais pequenos e um sulco central. O úmero tinha uma cabeça aparentemente posterior e mais definida que a dos primatas que possuem comportamento suspensório. Esta espécie possuía uma ulna comparável à dos membros extintos do genio Alouatta. Nos ossos do pé, esta espécie tinha um hálux oponível.

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Locomoção e distância

O Aegyptopithecus zeuxis era provavelmente um quadrúpede arborícola, conforme sugerido pelos restos cranianos, a primeira metatasal e pela morfologia do talus.

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