Adieu les cons
Adieu les cons (Adeus, Idiotas) é um aclamado filme francês de 2020, escrito e dirigido por Albert Dupontel. A obra conquistou sete dos doze prêmios César em 2021, demonstrando seu reconhecimento pela crítica. No Brasil, o filme foi lançado nos cinemas em 24 de fevereiro de 2022 pelas distribuidoras Polifilmes e Mares Filmes. Antes de sua estreia comercial, o público brasileiro teve a oportunidade de conferir o filme no Festival Varilux de Cinema Francês de 2021, onde inclusive a identidade visual do festival foi inspirada na produção.
Pontos-chave
- Filme francês de 2020, escrito e dirigido por Albert Dupontel.
- Vencedor de sete prêmios César em 2021, de doze indicações.
- Lançado no Brasil em fevereiro de 2022, após exibição no Festival Varilux.
- A trama segue Suze Trappet em busca do filho que foi forçada a abandonar.
- Mistura gêneros como comédia, drama, sátira e farsa, gerando opiniões diversas da crítica.
A história de Adieu les cons gira em torno de Suze Trappet, uma proprietária de salão que, após receber um diagnóstico de doença terminal, decide embarcar em uma jornada para encontrar o filho que foi forçada a abandonar quando tinha apenas 15 anos. Durante essa busca emocionante, seu caminho se cruza com o de JB, um homem na casa dos cinquenta anos que está completamente esgotado pela vida, e o Sr. Blin, um arquivista cego que surpreende a todos com seu entusiasmo contagiante.
Imagem: mielconejo · BY-NC-SA · Openverse
A recepção de Adieu les cons pela crítica foi variada. Na França, o filme obteve uma nota média de 3,7/5 pela imprensa no site AlloCiné, indicando uma avaliação geralmente positiva. No agregador de críticas Rotten Tomatoes, 59% das 17 avaliações de críticos foram positivas, resultando em uma classificação média de 4,9/10. Mark Keiser, da Variety, observou que o filme tenta ser uma mistura de comédia, drama, sátira e farsa, o que, em sua opinião, "muitas vezes em seu detrimento". Wendy Ide, do The Guardian, descreveu a obra como "amável o suficiente", mas considerou-a "não distinta o suficiente para a multidão de arte, e muito gaulesa para o mainstream". Por outro lado, Alistair Harkness, do Scotsman, elogiou o filme como "uma espécie de comédia de humor negro que também funciona como uma ampla sátira sobre a burocracia na era digital."


