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Adieu les cons

Adieu les cons (Adeus, Idiotas) é um aclamado filme francês de 2020, escrito e dirigido por Albert Dupontel. A obra conquistou sete dos doze prêmios César em 2021, demonstrando seu reconhecimento pela crítica. No Brasil, o filme foi lançado nos cinemas em 24 de fevereiro de 2022 pelas distribuidoras Polifilmes e Mares Filmes. Antes de sua estreia comercial, o público brasileiro teve a oportunidade de conferir o filme no Festival Varilux de Cinema Francês de 2021, onde inclusive a identidade visual do festival foi inspirada na produção.

Fonte: Wikipédia (pt)Texto didático por IAAtualizado em 17/10/2026

Pontos-chave

  • Filme francês de 2020, escrito e dirigido por Albert Dupontel.
  • Vencedor de sete prêmios César em 2021, de doze indicações.
  • Lançado no Brasil em fevereiro de 2022, após exibição no Festival Varilux.
  • A trama segue Suze Trappet em busca do filho que foi forçada a abandonar.
  • Mistura gêneros como comédia, drama, sátira e farsa, gerando opiniões diversas da crítica.
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A Busca Inesperada de Suze Trappet

A história de Adieu les cons gira em torno de Suze Trappet, uma proprietária de salão que, após receber um diagnóstico de doença terminal, decide embarcar em uma jornada para encontrar o filho que foi forçada a abandonar quando tinha apenas 15 anos. Durante essa busca emocionante, seu caminho se cruza com o de JB, um homem na casa dos cinquenta anos que está completamente esgotado pela vida, e o Sr. Blin, um arquivista cego que surpreende a todos com seu entusiasmo contagiante.

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Recepção da Crítica: Entre Elogios e Ressalvas

Imagem: mielconejo · BY-NC-SA · Openverse

A recepção de Adieu les cons pela crítica foi variada. Na França, o filme obteve uma nota média de 3,7/5 pela imprensa no site AlloCiné, indicando uma avaliação geralmente positiva. No agregador de críticas Rotten Tomatoes, 59% das 17 avaliações de críticos foram positivas, resultando em uma classificação média de 4,9/10. Mark Keiser, da Variety, observou que o filme tenta ser uma mistura de comédia, drama, sátira e farsa, o que, em sua opinião, "muitas vezes em seu detrimento". Wendy Ide, do The Guardian, descreveu a obra como "amável o suficiente", mas considerou-a "não distinta o suficiente para a multidão de arte, e muito gaulesa para o mainstream". Por outro lado, Alistair Harkness, do Scotsman, elogiou o filme como "uma espécie de comédia de humor negro que também funciona como uma ampla sátira sobre a burocracia na era digital."

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Fontes consultadas

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