Eugênio Bucci
Eugênio Bucci ComRB é um jornalista e professor universitário brasileiro. Durante o primeiro governo Lula, foi presidente da Radiobrás (2003-2007).
Imagem: cpfl cultura · BY · Openverse
Formação acadêmica
Formou-se em Comunicação Social pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP; 1982) e em Direito também pela Universidade de São Paulo (1988) . Pela ECA-USP, doutorou-se em 2002 e defendeu sua tese de livre-docência em 2014. Em 1980, elegeu-se como suplente para a diretoria do DCE da USP (como um dos representantes da tendência estudantil Liberdade e Luta na chapa), e passou a integrar a diretoria logo no início da gestão. Em 1984 foi presidente do Centro Acadêmico XI de Agosto, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. A chapa de sua campanha chamava-se "The Pravda", alusão irônica dupla ao jornal americano The New York Times e ao informativo oficial soviético Pravda. A mesma chapa elegeu seu sucessor, Fernando Haddad, seu companheiro desde essa época.
Na carreira
Como jornalista profissional, foi diretor de revistas mensais (como Superinteressante e Quatro Rodas), crítico de cultura e televisão em jornais (Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, Jornal do Brasil) e revistas (Veja, Nova Escola e Sem Fronteiras), além de Secretário Editorial da Editora Abril. Trabalhou na Editora Brasiliense, onde atuava ao lado de Caio Graco Prado. Em 2002, recebeu o título de doutor em Ciências da Comunicação, área de Jornalismo, pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Foi professor de Ética Jornalística na Faculdade Cásper Líbero nos anos de 2001 e 2002. Em 2003, foi escolhido pelo recém-empossado presidente Luiz Inácio Lula da Silva para suceder Carlos de Cerqueira Leite Zarur como presidente da Radiobrás (Empresa Brasileira de Comunicação) no gabinete do ministro-chefe de Comunicação Luiz Gushiken.
Imagem: cpfl cultura · BY · Openverse
Ganhou o prêmio Luiz Beltrão de Ciências de Comunicação, na categoria Liderança Emergente (2011), o Prêmio "Excelência Jornalística 2012", da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), e o Prêmio Esso de “Melhor Contribuição à Imprensa” (2013), concedido à "Revista de Jornalismo ESPM" da qual é orientador editorial . Também recebeu o Prêmio Tese Destaque USP por orientação no trabalho: “O príncipe digital: estruturas de poder, liderança e hegemonia nas redes sociais” da Dra. Maíra Carneiro Bittencourt Maia e foi o Jornalista Homenageado 2017 do Prêmio Especialistas - Negócios da Comunicação. Sete de seus livros foram finalistas do Prêmio Jabuti.


