Pesquisa · Mapa mental

Acredite, um Espírito Baixou em Mim

Acredite, um Espírito Baixou em Mim é um filme de comédia brasileiro de 2006 dirigido por Jorge Moreno e escrito por Rodrigo Campos, baseado na peça de teatro homônima de Ronaldo Ciambroni. O filme conta a história de um homem homossexual inconformado com sua morte que decide fugir do céu e incorporar no corpo de um homem machista radical. Conta ainda com Marília Pêra, Arlete Salles, Suely Franco, Cláudia Mauro, Nany People e Bemvindo Sequeira no elenco.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 23/07/2026
01

Enredo

O fantasma de um homem gay, Lolô (Ílvio Amaral), se recusa a seguir seu caminho natural para o céu e fica na Terra. Depois de conhecer o homem dos seus sonhos, Lolô decide se incorporar no corpo de Vicente (Maurício Canguçu), o melhor amigo desse cara. O único problema é que Vicente é heterossexual, e as mudanças repentinas em seu comportamento afetam seu relacionamento com sua namorada.

02

Lançamento

O filme foi lançado diretamente nos cinemas em 24 de março de 2006.

03

Recepção

Análise da crítica

O crítico de cinema do website Cine Sequência expressou sua opinião sobre o filme, apontando algumas situações engraçadas, mas ressaltando a falta de qualidade do roteiro, o que tornou a experiência cansativa e repetitiva para o público do teatro. O diretor Jorge Moreno foi responsabilizado pelo resultado desastroso, devido à sua falha em compreender as particularidades e restrições do vídeo digital e em aproveitá-las em benefício da obra. Embora seja comum explorar a variedade de cores do universo gay, como Pedro Almodóvar faz brilhantemente, no caso desse filme, o uso do arco-íris no vídeo digital foi inadequado, pois seria mais apropriado utilizar planos mais fechados e focar em detalhes. O crítico citou a cena da mãe de Lolô (interpretada por Marília Pera), sentada em um quarto rosa com uma cama coberta por uma colcha de retalhos, que se transformou em um mosaico confuso na tela. Outra crítica feita foi o uso excessivo de movimentos de câmera, que nem sempre são eficazes em vídeo. Ambos os diretores pareciam obcecados em criar uma obra "cinematográfica", esquecendo-se de que a TV e o vídeo também fazem parte do campo audiovisual, e o cinema é conhecido pela técnica de corte. O crítico questionou por que não adotar uma linguagem mais adequada para a TV, especialmente se o orçamento era limitado e seguir a linguagem cinematográfica não seria satisfatório. Durante uma das cenas fascinantes do filme, no apartamento de Vicente (interpretado por Maurício Canguçu), o crítico observou a sombra do operador de câmera projetada na parede, considerando-o um trabalho vergonhoso por parte da direção, da direção de fotografia e da edição.

Vídeos recomendados

Fontes consultadas

Continue pesquisando