Acessibilidade web
A expressão acessibilidade Web refere-se a prática inclusiva de fazer websites que possam ser utilizados por todas as pessoas que tenham deficiência ou não. Quando os sites são corretamente concebidos, desenvolvidos e editados, todos os usuários podem ter igual acesso à informação e funcionalidade.
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Os indivíduos que possuem uma deficiência podem usar tecnologias de assistência como as descritas a seguir para permitir a navegação na web e acessar conteúdos:
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Em 1999 a Web Accessibility Initiative (WAI), um projeto com o World Wide Web Consortium (W3C), publicou o Web Content Accessibility Guidelines # WCAG 1,0. Desde então estes têm sido amplamente aceitos como as orientações definitivas sobre a forma de criar websites acessíveis na Web. A 11 de Setembro de 2008, a WAI oficializou o WCAG 2.0 como conjunto de directrizes actualizadas e tecnologicamente neutras para a acessibilidade na Internet.
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Para que a web possa ser acessível, 7 componentes devem ser incluídos: "Desenvolvedores da Web normalmente usam Ferramentes de Desenvolvimento e Avaliação para criar conteúdo para a Web. As pessoas ("usuários") usam navegadores da Web, Media players, ou outras tecnologias assistivas (user agents) para receber e interagir com o conteúdo."
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Medir a acessibilidade de um site é um dos primeiros passos para permitir que pessoas com algum tipo de limitação possam usar sistemas interativos de forma satisfatória. Existe situações em que uma equipe que está a frente do projeto acredita que tudo está sendo desenvolvido da melhor maneira possível, tendo preocupação com a acessibilidade e abrangendo o maior público possível. Porém, ao submeter o site a um teste de acessibilidade via uma ferramenta percebesse que a história é um pouco diferente, é visto que detalhes acabam passando despercebidos e por mais sutis que sejam causam um grande impacto para o público que possui alguma necessidade de acessibilidade. De acordo com o Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO), vinculado ao Ministério do Planejamento do Governo Federal, a validação da acessibilidade deve ser feita por meio de ferramentas e da revisão humana. Por mais que as ferramentas sejam geralmente mais rápidas, elas não conseguem verificar todos os aspectos possíveis. Já com a revisão humana podemos ter uma avaliação mais precisa.
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Para uma visão geral sobre a crítica ao processo W3C, leia Putting the user at the heart of the W3C process. Nos artigos, tais como, To Hell with WCAG 2.0 e Testability Costs Too Much,a WAI tem sido criticada por permitir WCAG 1,0 por tentar barrar as etapas para o avanço das tecnologias e técnicas para criar e consumir conteúdo da Web, devido a lentidão do processo de desenvolvimento do WCAG 2,0, tornando as novas orientações de difícil navegação e compreensão, e outros falhas alegadas. Em uma tentativa de fornecer orientações que se destinam a ser atualizadas, mais fáceis de entender e, mais relevante e práticas para responsáveis do desenvolvimento de projetos para Web, o Projeto Joe Clark's WCAG Samurai publicou uma errata não-oficial do WCAG 1,0.


