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Academia Petropolitana de Letras

A Academia Petropolitana de Letras, outrora chamada de Associação Petropolitana de Ciências e Letras, é a entidade literária máxima da cidade brasileira de Petrópolis, estado do Rio de Janeiro. Tida como uma das academias mais antigas do país, em funcionamento ininterrupto desde que foi fundada em 1922.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 16/07/2026
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Objetivos

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É uma instituição que congrega os principais escritores e intelectuais da cidade e que promove a literatura petropolitana em seus mais diferentes gêneros. Seus membros produzem, divulgam e fazem a produção circular. Fundamental no resgate e na manutenção da memória local, a história da Academia Petropolitana de Letras se entrelaça com a trajetória da cidade de Petrópolis, seus fatos históricos e personalidades.

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Histórico

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Foi fundada a 3 de agosto de 1922, em plena “Semana de Arte Moderna”, movimento novo da Cultura Brasileira, e a um mês das comemorações do centenário da Independência do Brasil. Por iniciativa de João Roberto d'Escragnolle, foi realizada uma reunião para fundação da entidade em 3 de agosto de 1922, presidida pelo então prefeito da cidade, Eugênio Lopes Barcelos. Nesta data foi eleita uma diretoria provisória dentre os dezessete intelectuais que se fizeram presentes, ficando o alcaide como o primeiro presidente, sendo apresentada a minuta de estatuto para a "Associação Petropolitana de Ciências e Letras". Em 23 do mesmo mês nova reunião se realizou com aprovação do estatuto e escolha da diretoria definitiva, mantendo o presidente, e adesão de novos membros. Tal reunião de fundação da entidade se deu numa antiga construção situada na Rua do Imperador, local onde atualmente encontra-se o Edifício Marchese e que possui uma placa comemorativa do centenário da Academia. Cabe destacar que o maestro Paulo Carneiro também foi um dos fundadores da Academia, ele que já tinha anteriormente criado na cidade a Escola de Música Santa Cecília.

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Membros ilustres

Além de Nair de Teffé, a entidade contou com outros escritores tais como Olavo Dantas, Petrarca Maranhão, Carlos Góes, Leôncio Correia e Flávio Castrioto.

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Sedes da Academia

A Academia foi fundada numa sala da Pensão Petrópolis onde João Roberto d ‘Escragnolle instalou a sua “Agência Alex” de promoção turística e corretagem imobiliária. Depois funcionou, durante muitos anos, no salão nobre do Grupo Escolar D. Pedro II, graças ao apoio do Estado e da Diretora do educandário, a acadêmica Germana Gouveia. No final da década de 1940 o então governador do Estado do Rio de Janeiro, coronel Edmundo de Macedo Soares mandou despejar a Academia Petropolitana de Letras do Grupo, sob o pretexto de ali instalar a secretaria do Ginásio Estadual. Para tanto, a direção do educandário lançou no Bosque do Imperador toda a documentação histórica da entidade. Foram desta forma perdidos livros de atas, fotografias, cartas, e todo o acervo acadêmico amealhado desde sua fundação em 1922. Tal fato ocorreu durante o período em que o desembargador José Joaquim Serpa de Carvalho presidia a Academia.

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