Abguar Bastos
Abguar Bastos Damasceno foi um escritor, jornalista e político brasileiro. Membro fundador e ex-presidente da União Brasileira de Escritores (UBE), ganhador do Troféu Juca Pato e ex-deputado federal pelo Pará e São Paulo.
Vida Pessoal
Abguar nasceu em Belém, filho de Antônio Alves Damasceno e de Maria Ferreira Bastos. Em 1921 ingressou na Faculdade de Direito da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), onde se graduou em 1925. Ingressou também nos cursos de agronomia e engenharia, que não concluiu. Era casado com Isaura Castelo Branco de Leão Bastos, com quem teve dois filhos. Teve três netos: Marcos, Cláudia, Flávio, Alexandre e Renata. Faleceu em 1995 na cidade de São Paulo.
Carreira Política
No início de sua carreira foi secretário da prefeitura e acabou tornando-se prefeito interino de Coari (AM).Foi também tabelião e cartorário do Amazonas, de 1926 a 1928. Em 1926 lanço o Manifesto Flaminaçu (em tupi, “grande chama”), ponto de partida de uma corrente literária que instigava os intelectuais do norte do Brasil a pensar e estudar a realidade e o fabulário amazônico, que acabou por integrar o movimento modernista, ao lado de Raul Bopp e outros escritores. Foi redator de debates da Assembleia Legislativa do Amazonas e promotor público, em 1929, além de secretário do jornal A Tarde, redator e diretor de A Semana e redator dos jornais A Tribuna, Belém Nova, Belém Jornal e Estado do Pará.
Carreia no Setor Privado
Abguar foi membro fundador e presidente da União Brasileira de Escritores (UBE), membro da Associação dos Jornalistas em Economia de São Paulo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará e da Sociedade de Ecologia do Rio de Janeiro. Em 1987 foi escolhido "Intelectual do Ano", tendo recebido o Prêmio Juca Pato.


