Abel Rocha
Abel Luís Bernardo da Rocha é um regente de orquestra brasileiro.
Imagem: Luiz Henrique Jacobucci · BY-SA · Openverse
Formação acadêmica
Doutor em Música pela Universidade de Campinas (Unicamp). Em 1990, transferiu-se para a Alemanha onde, com bolsa de estudos da Fundação VITAE fez seu mestrado em Regência de Ópera junto à Opernschule da Robert-Schumann Musikhochschule, em Düßeldorf. Formou-se bacharel em composição e regência pelo Instituto de Artes da Unesp. Foi aluno de Hans Kast, Roberto Schnorrenberg e Eleazar de Carvalho.
Atividades
Após seu retorno ao Brasil, foi responsável pela regência e direção musical das óperas "Il Combattimento de Tancredi e Clorinda", "L'Orfeo", "Il Ballo delle Ingrate”, de Claudio Monteverdi, "Le Nozze de Figaro" e "A Flauta Mágica”, de Mozart "Il Barbieri di Seviglia" (Rossini), "Carmen" (Bizet), “Alcina” (Haendel), "Il Campanello di Note" e "L'Elisir d'Amore" (Donizetti), “Gianni Schicchi”, "Madama Butterfly" e "La Boèhme" (Puccini), “La Voix Humaine" (Poulenc), "La serva e l'ussero" (Ricci); “I Pagliacci” (Leoncavallo), “Dido e Aeneas” (Purcell), "il Telefono" (Menotti). Foi responsável pelas estreias das óperas: Anjo Negro" (João Guilherme Ripper), "A Tempestade", (Ronaldo Miranda), “Brasil outros 500” (Millor Fernandes e Toquinho); " O perigo da Arte" (Tim Rescala) ; "A Revolução da Crianças" (Eduardo Seincman).
Imagem: Portuguese_eyes · BY-SA · Openverse
Dentre os prêmios recebidos, destacam-se o de Melhor Regente Coral nos anos de 1987 e 1995 outorgados pela APCA - Associação Paulista de Críticos de Arte, o 1º lugar no "VIII Concurso Nacional de Corais do Rio de Janeiro -1982" e o 3º lugar no "I Concurso Nacional de Corais de São Paulo -1996". Indicado paro o Prêmio Carlos Gomes nos anos de 1999 e 2001, na categoria Destaque Grupo Coral. Recebeu o Grande Prêmio CONCERTO em 2012 pela temporada lírica do Theatro Municipal de São Paulo


