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I Never Met the Dead Man

"I Never Met the Dead Man", é o segundo episódio da primeira temporada da série de comédia animada Uma Família da Pesada, originalmente exibido na Fox dos Estados Unidos em 11 de abril de 1999. Conta a história de como Peter Griffin ensinou sua filha Meg a dirigir; por causa de seu péssimo ensinamento, eles quebram a antena parabólica, deixando a cidade sem sinal de televisão. Peter começa a sofrer com a falta de seus programas televisivos, mas encontra uma nova maneira de viver, praticando atividades ao ar livre, o que deixa sua família exausta. Enquanto isso, Stewie planeja destruir o fornecimento de brócolis em todo o mundo com um dispositivo controlador do tempo, e assim, Lois não poderia forçá-lo a comer o vegetal.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 27/07/2026
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Enredo

Imagem: snowpeak · BY · Openverse

Irritada pelo fato de que Peter passa mais tempo em frente à televisão do que em companhia com sua família, Lois sugere a ele que ensine a Meg como dirigir. Relutante, o personagem aceita a proposta, mas involuntariamente, acaba dando dicas ruins de como conduzir, como rotacionar o motor duas vezes em semáforos e desafiar outros veículos para uma corrida, o que causa a reprovação da garota no teste de condução. Voltando do Departamento de Veículos Motores, Peter percebe que um programa de seu interesse está sendo exibido na televisão de uma casa ao redor e distraído, bate o carro na antena principal da cidade, impedindo a transmissão das atrações televisivas para toda a cidade de Quahog. Ele convence Meg a se declarar culpada pelo acontecido, subornando-a com a promessa de que comprará um conversível quando ela conseguir sua licença para dirigir. Ao chegar em casa com a antena presa no veículo, Lois fica furiosa com Peter por colocar a culpa na filha. Enquanto isso, Stewie rouba a antena, planejando criar um dispositivo controlador de tempo que seja capaz de acabar com o fornecimento de brócolis no mundo, já que sua mãe o forçou a comer o vegetal.

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Produção

"I Never Met the Dead Man" foi o primeiro episódio de Family Guy a ser escrito por Chris Sheridan e dirigido por Michael Dante DiMartino. Nos primeiros meses de produção, os escritores compartilharam um escritório emprestado pela equipe de produção de King of the Hill. Assim como os quatro primeiro episódios da temporada, o título foi baseado em programas de rádio dos anos 30 e 40, particularmente na antologia de terror "Suspense", que mostrava vários elementos relacionados à morte e assassinato; a partir do quinto episódio, os títulos passaram a ser adotados sem essa base. Adicionalmente com o elenco regular, os atores Erik Estrada, Aaron Lustig e Joey Slotnick, o escritor e animador Butch Hartman e o dublador Frank Welker participaram do episódio. A dubladora Lori Alan fez pequenas aparições, dando voz à personagens secundários. A exibição ocorreu originalmente em 11 de abril de 1999, aproximadamente três meses após a estreia da série.

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Referências culturais

Quando Meg pede à sua mãe que lhe ensine a dirigir, Lois instantaneamente pede ao pai da menina que faça esse favor em seu lugar. Como ele se recusa e continua assistindo o episódio de Star Trek, o ator William Shatner, dublado pelo criador da série Seth MacFarlane, aparece na tela. Sugerindo que Peter não é o melhor motorista, Brian fala sobre um incidente que teve anteriormente com o Coiote, onde acidentalmente atropelou o Papa Léguas no meio do deserto; fica preoucupado com o animal e bate no Coiote, dizendo a ele que deve continuar. Sofrendo sem poder assistir televisão, Peter tem um pesadelo inspirado no Mágico de Oz, com a participação de Alf da sitcom da NBC de 1986 ALF, Gilligan da série da CBS de 1964 A ilha dos Birutas, o robô de "Lost in Space" e Jeannie de "I Dream of Jeannie", que instantaneamente se transforma em Samantha, personagem da série da ABC de 1964 A Feiticeira. Após cortar um papel em forma de televisão, o personagem anda por toda a cidade com a invenção amarrada em sua cintura, percebendo as ações que acontecem a sua volta como se fossem programas televisivos. Duas mulheres conversando durante o almoço sugerem que ele está assistindo ao canal Lifetime, dois idosos caminhando lembram-o da CBS, um grupo de africanos americanos jogando basquete fazem referência a UPN, e a James Woods High School se parece com Barrados no Baile. Quando o serviço de televisão é restaurado e a família Griffin está assistindo Star Trek, James T. Kirk fala à sua tripulação que existe uma missão perigosa em que alguém certamente será morto. Diz que o grupo de desembarque será composto por ele mesmo, Spock, Leonard McCoy e Ricky (um camisa vermelha), o qual ao ser chamado, cinicamente diz "Oh merda!". No fim do episódio, após Meg acidentalmente atingir e matar Shatner com o carro da sua família, o grupo de pessoas que ficam a encarando inclui o ator que interpretou Ricky, falando "Uau, eu não vi ele vindo."

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Recepção

Imagem: Felip1 · BY-NC · Openverse

As críticas sobre o episódio foram em grande parte, positivas. Uma análise de 2008 feita por Ahsan Haque da IGN chamou o enredo envolvendo Stewie de "elaborado [e] criativo." Deu uma pontuação perfeita de dez, e disse que o episódio é o mais memorável de toda a série. Haque destacou que "o enredo bem escrito e hilariante, combinado com uma grande variedade de piadas aleatórias bem inseridas e algumas imagens únicas e marcantes, fazem com que o episódio seja o melhor da série. Este é Family Guy em seu melhor, definitivamente estabelece um alto nível para uma comédia animada." Robin Pierson da The TV Critic classificou o episódio em 70 de 100, sendo o episódio do seriado com melhor classificação no site. Ele descrevou-o como "vinte minutos realmente divertidos da televisão. Existem muitas piadas a serem desfrutadas e possuem mais foco [sic] do que o episódio piloto," em particular, dando ênfase a sequência Animais rápidos, crianças lentas.

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Fontes consultadas

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