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A Blaze in the Northern Sky

A Blaze In The Northern Sky é o segundo disco do grupo musical Darkthrone, tendo sido lançado em fevereiro de 1992 pela gravadora da Inglaterra Peaceville. É o marco do início da fase black metal da banda.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 07/07/2026
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História

Imagem: MinutesAlone · BY · Openverse

Foi gravado em agosto de 1991 no estúdio Creative, o mesmo estúdio que a banda Mayhem gravou o LP Deathcrush (em 1987) - considerado outro clássico do gênero Black Metal. Dag Nilsen gravou o baixo do disco no estúdio, mas não recebeu nenhum crédito no encarte do CD. Esta foi definitivamente sua última participação com a banda. A pessoa que aparece na capa do CD usando a pintura facial corpse paint é Zephyrous. Fenriz explica que o Darkthrone foi o primeiro grupo de Black Metal norueguês a usar esse tipo de ideia: "Ninguém naquela época tinha fotos de um membro da banda na capa, e certamente não com corpse paint, então isso começou toda uma nova estética que continua nas capas dos discos até hoje e nunca acabará. Mas isso não foi planejado, eu apenas decidi que era certo fazer isso." No encarte do CD, há uma nota dedicatória ao músico Euronymous, fundador da banda Mayhem, que exerceu grande influência no cenário musical de metal extremo na Noruega (nota original em Inglês: "A Blaze In The Northern Sky is eternally dedicated to the king of Black/Death Metal underground: namely Euronymous"/"A Blaze In The Northern Sky é eternamente dedicado ao rei do Black/Death Metal underground: nomeado Euronymous").

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Recepção

Imagem: nefasth · BY-SA · Openverse

Em sua resenha retrospectiva do álbum, Eduardo Rivadavia do AllMusic deu uma nota 5 de 5 estrelas, chamado-o de "um clássico cujos padrões sonoros lo-fi iriam indefensavelmente revigorar toda a cena do black metal". Valefor do Metal Reviews escreveu que "viria a definir o True Black Metal [...] com sua produção crua, riffs simples, capas em preto e branco... puro mal congelante". Channing Freeman do Sputnikmusic considerou o disco como "triunfante", uma mistura equilibrada de "produção gélida e cantos guturais" e "um senso de comunidade". Em 2009, o IGN incluiu A Blaze in the Northern Sky em sua lista "10 Great Black Metal Albums", enquanto um artigo de 2007 da Decibel magazine o chamou de "o verdadeiro primeiro álbum de blackened death metal".

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Fontes consultadas

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