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Wildlife Studios chega a 38ª edição de seu Hackathon visando o futuro: "queremos formar game developers mais completos”

Evento interno da desenvolvedora brasileira de jogos mobile busca transformar tendências em protótipos reais

Wildlife Studios chega a 38ª edição de seu Hackathon visando o futuro: "queremos formar game developers mais completos”
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A Wildlife Studios é um dos estúdios brasileiros mais tradicionais quando o assunto é desenvolvimento de jogos mobile, e parte dessa tradição é seu Hackathon. Para quem não conhece, o Hackathon é uma “maratona de programação”, na qual os funcionários interrompem temporariamente seus projetos regulares para criar um jogo novo praticamente do zero em apenas três dias. No entanto, por trás dessa aceleração no desenvolvimento, o evento tem uma profundidade muito maior, sendo definido como o “coração da inovação” e trazendo um impacto sentido em todo o mercado.

Na Wildlife a cultura é focada em trabalhar os times pequenos e que realmente valorizam o produto que estão criando, e é aí que entra o Hackathon. Em sua 38ª edição, o evento não perde a sua essência de focar no desenvolvedor, buscando inovação e trabalho em equipe.

Durante o evento, funcionários de diferentes áreas se juntam em equipes pequenas e passam por todas as etapas de desenvolvimento, até levar o jogo ao público para avaliação. São três dias intensos em que mais de 80 participantes precisam levantar o protótipo, simular o lançamento e ter a validação do mercado.

Para Felipe Mendes, Chief Games Officer da Wildlife Studios, esse processo é o grande foco do projeto. “A gente acredita muito em times pequenos, que entendem do produto e são muito apaixonados trabalhando juntos e querendo produzir jogos excelentes. Essa parte de cultura de aprendizado é onde eu vejo mais valor”.

E a prova do sucesso do Hackathon são os jogos que saíram de lá para se tornar verdadeiros hits da Wildlife Studios. Zooba, Sky Warriors e Colorfy são alguns dos exemplos de jogos que surgiram dessa interação e tiveram sucesso com o público.

Essa tiragem é o resultado da constância instaurada na cultura da Wildlife, é o que garante Luiz Mendes, Head of HUB de Game Development. “São 38 edições de Hackathon ao longo de 15 anos, porque o mais importante pra gente é formar talento. Muita gente que tá aqui hoje sabe fazer jogo, porque participou de muitos Hackathons”.

E olhando para frente, a Wildlife não pretende parar. Com um cenário cada vez mais competitivo, com a chegada de IA e mais players no mercado, a meta é clara: formar desenvolvedores que conheçam cada etapa no desenvolvimento de jogos. Ou seja, uma pessoa da equipe de produto ter mais conhecimento sobre a parte de engenharia. Já a pessoa de arte, ter mais contato com a área de produto, e por aí vai.

Esse processo no desenvolvimento de seus profissionais é vital para o sucesso da Wildlife Studios no futuro, garante Felipe. “Queremos formar cada vez mais um desenvolvedor generalista, que é o que buscamos a longo prazo. Com cada um conhecendo todas as etapas no desenvolvimento, queremos game developers mais completos, que é o que eu acredito ser o futuro da indústria.”

Já sobre o uso de IA, a Wildlife entende a sua participação na era atual de desenvolvimento de jogos e busca incorporá-la da melhor forma possível para a sua equipe. “Tivemos um trabalho extenso para concluir que nossos artistas e engenheiros são melhores na profissão usando IA. Eles são melhores tendo a IA como aliado, ao invés de uma pessoa de fora usando a tecnologia. Essa mudança de paradigma vem acontecendo no Brasil inteiro, mas aqui na Wildlife a gente sente que nossos desenvolvedores estão bastante evoluídos nessa dimensão”, afirma Luiz Mendes.

Dessa forma, a Wildlife acredita que o Hackathon vem preparando e desenvolvendo game developers cada vez mais preparados para o futuro dos games no Brasil, transformando tendências e inovações em protótipos reais.

Esta notícia é um resumo. Os créditos e o conteúdo completo são da fonte original.

Fonte: IGN Brasil

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