The Adventures of Elliot: The Millennium Tales remete bem a Zelda e Chrono Trigger, mas não replica magia e qualidade dos clássicos | Review
Game chega em 18 de junho para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC
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Leia também:The Adventures of Elliot: The Millenium Tales, próximo grande lançamento da Square Enix, ganha nova demo que mantém progresso para lançamento do game Mesmo cheia de defeitos e tropeços, existem momentos em que a Square Enix consegue acertar em cheio. Um desses momentos foi com Octopath Traveler e o estilo gráfico HD-2D, que trouxe uma nova vida para jogos com visuais em pixel art. Após o sucesso de dois jogos da franquia, a Team Asano, divisão responsável por Octopath Traveler na Square Enix, se desafia agora com o lançamento de The Adventures of Elliot: The Millennium Tales, um agradável jogo de ação e aventura que condensa bem nuances clássicas de jogar The Legend of Zelda clássicos com toques de Chrono Trigger. A união de The Legend of Zelda e Chrono Trigger The Adventures of Elliot: The Millennium Tales me surpreendeu muito pela simplicidade, desde a narrativa com temáticas mais simplistas, mas ainda assim cativantes, até a gameplay clássica que pega elementos de The Legend of Zelda: A Link to the Past e os expande para uma jornada menor e menos épica que o game da Nintendo, mas igualmente divertida. Contudo, mesmo com a surpresa, diversão e uma simplicidade agradável, o jogo não é uma obra muito marcante. Como o título sugere, no game acompanhamos Elliot, um aventureiro — nesse mundo, eles são como uma classe especial, porque se arriscam fora do círculo de proteção em terras lotadas de monstros. O jogo apresenta os personagens e suas figuras rapidamente; tanto Elliot quanto o rei Hichard, ou a princesa Heuria, são introduzidos sem muito rodeio e, infelizmente, são pouco explorados durante toda a campanha. Apesar disso, eles ganham novas nuances durante o endgame após zerar a campanha uma vez, assim como todo universo do game se enriquece ao longo do pós-game. Durante a primeira campanha, vemos Kaifried, vilão do jogo, viajar para outra era em busca de poder apenas porque sim. Então o jogo começa de vez quando Elliot e ele se enfrentam. Obviamente perdemos porque o poder do vilão é muito acima do nosso, e somos salvos por Faie, uma fada que será nossa companheira durante a jornada e que traz muitas referências a Navi de Zelda: Ocarina of Time. Com a ameaça de Kaifried estabelecida e com o vilão querendo alterar o passado para afetar o futuro e destruir o reino na era de Elliot, o rei nos dá a missão de impedir o antagonista e salvar o mundo. Durante o jogo, viajamos por diversas eras, mas elas não são tão diferentes entre si e Elliot não causa muito espanto às pessoas do passado, o que me gerou certa estranheza e atrapalha um pouco na imersão narrativa. Os inimigos se mantêm e a estrutura do mapa, muitas vezes, se mantém inalterada, o que faz a exploração ser um pouco monótona em algumas ocasiões. Diferente de Chrono Trigger, viajar no tempo aqui não é tão interessante e a trama também não é brilhante quanto a do clássico JRPG da Square Enix. Outro ponto que me decepcionou bastante na história foi o final, que é mais uma…
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Fonte: IGN Brasil
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