Hoje em dia, com as redes sociais tão lotadas de conteúdo, a descoberta de jogos de forma orgânica se tornou algo bem raro. Eu, por exemplo, lembro-me de que o último game que descobri dessa forma foi A Plague Tale: Innocence. Tenho memórias vivas de quando estava procurando o que jogar pela PS Store no PS4. Achei a demo do jogo, baixei, gostei muito do primeiro capítulo, comprei o jogo completo e, quando vi, já ansiava por uma sequência que sequer tinha sido anunciada naquele momento. Desde então, sete anos se passaram, a história de Amicia e Hugo chegou ao fim, e a franquia decidiu ousar em um novo jogo. Resonance: A Plague Tale Legacy muda totalmente o que conhecemos sobre a série e decide ir para um lado mais de ação, com referências à Grécia Antiga, a Assassin’s Creed e à trilogia reboot de Tomb Raider. Pude jogar os capítulos 5 e 6, que representaram aproximadamente duas horas do jogo e, assim como quando eu joguei a demo de Innocence, saio igualmente empolgado e no aguardo do lançamento definitivo de Resonance. Não vou me apegar tanto à história do game, porque os trechos que joguei eram avançados e o contexto era mínimo, apenas para eu não me sentir completamente perdido na trama. Desta vez, estamos em 1333 no controle de Sophia, guerreira agora no protagonismo do game, acompanhada de sua amiga Leni. A heroína parte para uma ilha próxima de Creta, Grécia, em busca de um misterioso tesouro. Sophia já havia sido apresentada em Requiem, mas agora conheceremos ainda mais sobre a pessoa que tanto ajuda Amicia e Hugo. Com esse contexto e após um tutorial de combate, o jogo me deixou mergulhar na aventura que ele abriga. Uma coisa que me chamou a atenção logo de cara foram as lutas. Em Innocence e Requiem, temos certa jogabilidade de batalha com Amicia e sua atiradeira ou a balestra no segundo jogo, mas tudo era mais simples e focado no stealth. Agora, em Resonance, a obra incentiva a partir para cima devido ao inédito sistema de combate baseado em espadas, esquivas e parry. Sophia é ágil nos golpes e o combate flui bem, mas não tão bem quanto poderia. Por não possuir uma trava de mira, muitas vezes você golpeia o ar ao tentar mudar de alvo e também é um pouco travado bater em mais de um inimigo ao mesmo tempo, mesmo com a personagem sendo uma guerreira veloz. O sistema de parry funciona muito bem e, assim como a maioria dos jogos com essa mecânica como peça-chave das lutas, é igualmente satisfatório finalizar um inimigo após quebrar a postura dele — inclusive, realizar essa ação gera um buff para Sophia que a reveste com uma armadura grega translúcida e anula o dano do próximo golpe. A variedade de inimigos também me pareceu muito boa durante a demo. Cada tipo de soldado presente exigia uma estratégia diferente; por exemplo, para os arqueiros, é necessário derrubá-los de locais altos com um gancho, soldados com escudo abrem sua defesa ao receber um chute, cavaleiros de elite possuem ataques indefensáveis, então a esquiva é a melhor opção até…
Resonance: A Plague Tale Legacy é uma sequência ousada e muda muita coisa que conhecemos sobre a franquia | Preview Hands-On
Com muito menos ratos, o jogo é uma sequência diferente em muitos sentidos
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Esta notícia é um resumo. Os créditos e o conteúdo completo são da fonte original.
Fonte: IGN Brasil
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