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Poderia ter sido o novo “Star Wars”, mas será lembrado como um fracasso monumental de duas diretoras lendárias

Filme não conseguiu atingir a bilheteria necessária

Poderia ter sido o novo “Star Wars”, mas será lembrado como um fracasso monumental de duas diretoras lendárias
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Para muitos fãs de ficção científica, a saga Star Wars, criada por George Lucas, tornou-se o padrão absoluto do cinema de aventura espacial. Além de seus elementos icônicos, como naves, sabres de luz ou o clássico confronto entre forças opostas, sua maior conquista foi a construção de um universo coerente e expansivo. Essa influência levou a indústria de Hollywood a tentar, repetidamente, encontrar uma obra capaz de replicar esse grande sucesso. Nesse contexto, O Destino de Júpiter, uma produção que aspirava oferecer uma nova grande ópera espacial com sua própria mitologia. O projeto foi liderado pelas irmãs Wachowski, responsáveis por Matrix, que gerou grandes expectativas desde o início. Após seu impacto na ficção científica no final dos anos 1990, seu retorno ao gênero com uma proposta desse calibre foi interpretado como uma oportunidade para construir um novo universo cinematográfico em grande escala. Lançado em 2015, o filme acompanha Jupiter Jones, uma garota cuja vida muda radicalmente quando descobre que está ligada a uma dinastia intergaláctica. Nesse contexto, Caine Wise aparece, um guerreiro que lhe revela a existência de um conflito cósmico entre famílias poderosas, heranças extraordinárias e planetas tratados como propriedade. No entanto, um dos principais problemas apontados ao longo do filme é a forma como apresenta o universo narrativo. O acúmulo de conceitos, personagens e conflitos é introduzido em grande velocidade, o que gera uma sensação de sobrecarga de informações que dificulta a compreensão do espectador. A isso somado há um alto nível de ambição visual que não conseguiu se traduzir em consenso crítico ou sucesso comercial. Com um orçamento estimado entre 176 milhões e 210 milhões de dólares, a bilheteria global era de cerca de 184 milhões, um número considerado insuficiente para uma produção desse porte. Matéria traduzida e adaptada do site parceiro SensaCine*

Esta notícia é um resumo. Os créditos e o conteúdo completo são da fonte original.

Fonte: IGN Brasil

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