Os jogadores de The Elder Scrolls Online têm muitos motivos para se preocupar. As demissões na divisão Xbox afetaram a Bethesda, e rumores de uma mudança de rumo para focar em franquias populares inundaram a internet. Pouco depois, anunciaram novidades sobre Fallout, The Elder Scrolls e outros jogos. Foi então que transmitiram a mensagem de que tudo está bem com The Elder Scrolls Online e que o conteúdo continuará tão bom quanto, ou até melhor, apesar das demissões.
Nem todos compartilham o tom calmo da Bethesda, muito pelo contrário
Morgan Goin, ex-designer sênior da ZeniMax Online Studios, disse à BBC que a mensagem estava longe de ser tranquilizadora. Ela afirmou estar "chocada com a escala dos cortes" e não acredita que o estúdio possa garantir um nível de continuidade semelhante ao que viram até agora: "Eles não conseguirão lançar a mesma quantidade de conteúdo na velocidade que tínhamos, nem nada parecido."
Kevin Gbolie, gerente de comunidade de The Elder Scrolls Online, disse ao GamesRadar que a loja de coroas no site oficial foi removida "para facilitar o trabalho", embora ainda seja possível comprar coroas. "A equipe responsável pelo blog e pelas capturas de tela não tem capacidade para fornecê-las na mesma frequência de antes, mas, por enquanto, forneceremos o que pudermos e faremos os ajustes necessários".
Por outro lado, Jason Barnes (diretor de design) e Jessica Folsom (diretora de gestão de comunidade) explicaram a Baratron (uma figura proeminente na comunidade) que a equipe atual tem "o mesmo tamanho de quando criaram Wrothgar e Summerset", o que deve tranquilizar os fãs sobre as capacidades da equipe após as demissões. É mais uma tentativa de tranquilizar os fãs, muito semelhante à que a id Software usou com DOOM.
Negar tudo o que a Bethesda disse e acreditar que The Elder Scrolls Online está fadado ao fechamento talvez seja um exagero, mas também não é possível ignorar as vozes que indicam que as demissões afetarão seriamente o desempenho do estúdio. Basta lembrarmos das recentes palavras de Drew Karpyshyn, roteirista de Exodus, sobre como a constante rotatividade de pessoal afeta os estúdios:


