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Essa música de 58 anos atrás é uma das mais bonitas da história do cinema: foi composta por uma lenda

O faroeste nos deixou uma infinidade de filmes ao longo dos anos, mas apenas alguns títulos usam a direção de forma tão magistral para mergulhar o espectador no coração do Velho Oeste.

Essa música de 58 anos atrás é uma das mais bonitas da história do cinema: foi composta por uma lenda
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É hora de falar sobre a música que acompanha a chegada da personagem de Claudia Cardinale à cidade onde Era uma Vez no Oeste se passa. A chegada de Jill a esta pequena cidade é tranquila: ninguém está esperando por ela, e simplesmente vemos essa mulher caminhando nervosa na plataforma da estação, lançando um olhar ansioso para um grande relógio. Imediatamente depois, o personagem Cardinale entra na cidade, e Sergio Leone decide erguer sua câmera para o céu enquanto uma melodia sensacional de Ennio Morricone ressoa. O próprio Leone reconheceu o quão vital a música era para ele, enfatizando o vínculo único que o uniu a Morricone quase toda a sua vida: O Ennio é meu amigo desde a escola e sabe o que eu quero, mesmo que às vezes eu o esbarre um pouco durante o processo. A música é essencial porque meus filmes quase poderiam ser mudos; Diálogos contam relativamente pouco. Assim, a música enfatiza muito mais ações e sentimentos do que as falas. Nos meus últimos filmes, pedi para ele compor a música antes das filmagens, como se fosse parte integrante do roteiro. Embora o nome de Morricone seja inseparável do spaghetti western na imaginação coletiva e ele tenha composto inúmeras trilhas sonoras míticas, o gênio italiano só ganhou um Oscar de Melhor Trilha uma vez por seu trabalho em Os Oito Odiados, de Quentin Tarantino. Matéria adaptada do site parceiro JeuxVideo*

Esta notícia é um resumo. Os créditos e o conteúdo completo são da fonte original.

Fonte: IGN Brasil

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