Control Resonant enaltece veia artística da Remedy e mostra que a desenvolvedora pode ir muito além dos jogos de tiro | Preview Hands-on
Além de jogar duas horas de Control Resonant, pudemos entrevistar Elmeri Raitanen, diretor de arte do game
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Leia também:Após críticas da comunidade brasileira, Remedy Entertainment altera preço de Control Resonant na PS Store A segunda metade de 2026 nem começou, mas já sabemos que ela será recheada de grandes lançamentos no mundo dos videogames. Setembro, em especial, concentra alguns dos principais títulos do ano que, na tentativa de fugir de GTA 6, se empilharam no mês e batalharão entre si para ver quem será o melhor. Entre eles está Control Resonant, novo jogo da Remedy Entertainment, que pude jogar pelo IGN Brasil por mais de duas horas em evento realizado em São Paulo, além de entrevistar Elmeri Raitanen, diretor de arte do game. Uma das minhas desenvolvedoras favoritas é a Remedy; gosto deles desde Max Payne 2 e, após Alan Wake 2, virei mais fã ainda. Por isso, Control Resonant sempre atraiu minha atenção, principalmente pela mudança na gameplay que o game propõe. Nada de tiros Sempre que você pensa na Remedy, os jogos que vêm à sua cabeça com certeza vão ser de tiro: Control, Quantum Break, Alan Wake. Todos eles têm combate focado em mirar e atirar, mas em Control Resonant, não daremos um tiro sequer, mas sim faremos combos velozes que me lembraram Devil May Cry. Durante a minha sessão de gameplay, pude jogar a introdução e todo aquele momento de tutorial. Depois passei para um ponto mais avançado do game, em que pude explorar alguns setores de Manhattan e ainda experimentar uma missão que transborda o DNA da Remedy com a visão artística única que o estúdio tem. Na sequência inicial, após Dylan despertar depois de um breve encontro com sua irmã Jesse, o game me deu a opção de escolher qual forma da Aberrante, arma principal do jogo, eu queria. Entre as três formas: foice, adagas duplas e uma machete que se comporta como uma espada longa. A minha escolha foi a foice, que faz cortes com alta amplitude e atinge diversos inimigos simultaneamente. Logo após sair da Casa Antiga, local em que se passa o primeiro Control, o jogo coloca Dylan pelas ruas de Manhattan, e você dá de cara com uma primeira tarefa dada por uma agente do FBC chamada Zoe. Seguindo o caminho da missão, cheguei a uma sessão tutorial que apresenta todos os poderes de travessia do protagonista. Como um típico hack and slash, Control Resonant possui mecânicas de travessia bem características, como o pulo duplo e uma corrida que aumenta a velocidade de Dylan em momentos em que muita velocidade é necessária, mas também podemos planar ou elevar a altura para alcançar locais mais altos com um breve voo. E, ao final dessa sessão tutorial, em que vi alguns detalhes da relação de Dylan e Jesse durante a infância, o jogo aprofundou ainda mais seu combate com uma batalha de chefe. Fãs de Devil May Cry deveriam olhar com atenção para o jogo Durante a gamescom latam 2026, conversei com Mikael Kasurinen, diretor criativo de Control Resonant. Além dos demais detalhes que ele me contou, uma coisa que me chamou atenção durante a entrevista foi que ele me disse que “não existe nenhum jogo como…
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Fonte: IGN Brasil
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